Comparação

Quiosque, sinalética, aplicação, balcão de informações ou assistente com código QR?

Para as perguntas do dia a dia de um visitante, como onde fica algo, a que horas abre ou o que deve levar, cada um dos canais habituais tem um limite. Um balcão de informações é um só ponto com horário de atendimento, a sinalética impressa não responde a uma pergunta que ninguém previu, um quiosque tátil precisa de hardware e fica num só sítio, e a aplicação do espaço tem de ser instalada primeiro. Um assistente de IA com código QR responde no telemóvel que o visitante já traz consigo, no ponto onde a pergunta surge, na língua em que é feita, a partir dos documentos do próprio espaço. Não substitui as pessoas nem a sinalética: precisa de ligação à internet do lado do visitante, e as suas respostas só são tão boas quanto os documentos que as sustentam.

Última revisão: outubro de 2026

Lado a lado

Uma comparação geral dos tipos de canal. Cada produto é diferente; a última coluna descreve o assistente de IA para espaços da ToRun.
Critério Balcão de informações Sinalética e plantas impressas Quiosque tátil Aplicação do espaço Assistente de IA com código QR
Onde o visitante o usa No balcão Onde está a placa No quiosque No telemóvel, depois de instalada No telemóvel, em cada ponto com código
Quando está disponível No horário de atendimento Sempre Enquanto o edifício está aberto Sempre Sempre
Línguas As que a equipa fala As que foram impressas As configuradas, muitas vezes uma só As línguas para que foi traduzida A língua da pergunta
Uma pergunta que ninguém previu Sim Não Normalmente só o que o menu oferece Normalmente só o que foi incluído Sim, se a resposta estiver nos documentos
Mantê-lo atualizado Informar a equipa Voltar a imprimir Atualizar o conteúdo do quiosque Atualizar o conteúdo da aplicação Alterar o documento
O que é preciso montar Um balcão com equipa Impressão e montagem Ecrãs, instalação e manutenção Uma aplicação que o visitante instala Cartazes com códigos e os documentos do espaço
Registo do que foi perguntado Raramente guardado Nenhum Toques e pesquisas, se forem registados Estatísticas de utilização, se previstas Cada pergunta, por ponto, hora e língua, sem identidade

Quando cada um é a escolha certa

Balcão de informações

Assuntos que precisam de uma pessoa ou de uma decisão, e visitantes que preferem falar com alguém.

Sinalética e plantas impressas

Os percursos principais que toda a gente faz. Para o caminho até à saída, nada bate uma placa.

Quiosque tátil

Uma planta grande que deve ver-se de relance, e visitantes sem telemóvel ou sem dados móveis.

Aplicação do espaço

Visitantes habituais que voltam muitas vezes, programas de fidelização, bilhetes e reservas.

Assistente de IA com código QR

Visitantes que vêm pela primeira vez e visitantes internacionais com perguntas do dia a dia, em muitos pontos ao mesmo tempo, com um registo do que foi perguntado.

Funcionam em conjunto Os códigos vão para a sinalética e os diretórios existentes, a mesma página pode ser aberta a partir da aplicação do próprio espaço, e a lista «perguntado mas não encontrado» diz ao balcão de informações e à equipa de sinalética o que falta.

Os limites de um assistente com código QR

  • Precisa de ligação à internet: os dados móveis do visitante ou o wi-fi do espaço.
  • As suas respostas só são tão completas e atuais quanto os documentos que as sustentam.
  • Não está ligado a sistemas em tempo real, como painéis de partidas, filas ou bilhética.
  • Responde por escrito; não lê a resposta em voz alta.
  • Não é um canal de emergência.

Perguntas frequentes

Substitui o balcão de informações?

Não. Tira ao balcão as perguntas do dia a dia que se repetem, para que a equipa tenha tempo para os visitantes que precisam de uma pessoa. A lista «perguntado mas não encontrado» mostra também ao balcão que perguntas ainda não têm uma resposta escrita.

Já temos quiosques. Funciona ao lado deles?

Sim. Nada tem de mudar no edifício: os códigos podem ficar ao lado de um quiosque ou em qualquer placa, e quem prefere o quiosque continua a usá-lo.

Já temos uma aplicação.

A mesma página pode abrir a partir da sua aplicação. O código QR é o caminho de quem não instala nada; os dois funcionam em conjunto.

É preciso internet?

Sim: basta a ligação móvel do visitante ou o Wi-Fi do espaço. A página é leve e abre depressa mesmo com pouca rede.

Onde se colocam os códigos?

Na sinalética existente, nos painéis de orientação e nas montras. Não é precisa nenhuma estrutura nova nem ecrã, e podem acrescentar-se pontos mais tarde.

Temos de traduzir os nossos documentos?

Não. Carrega os seus documentos na língua em que trabalha; quem pergunta noutra língua recebe a resposta na sua.

O que acontece se a resposta não estiver nos nossos documentos?

O assistente diz que não tem essa informação em vez de adivinhar, e a pergunta vai para a lista «perguntado mas não encontrado» do seu painel. Essa lista mostra que informação falta e pode ser descarregada em Excel ou CSV.

O que fica registado sobre os visitantes?

A pergunta, não a pessoa: o que foi perguntado, em que ponto, quando, em que língua e se foi encontrada uma resposta. Nunca se pede aos visitantes uma conta, um nome ou um número de telefone, e os registos das perguntas não contêm identidade, endereço IP nem informação do dispositivo.

Procuramos o primeiro espaço com quem o pôr a funcionar

O software está pronto e em funcionamento. Começamos com uma implementação curta num número limitado de pontos: nós tratamos da instalação e da configuração, o espaço fornece os documentos, e no fim lemos em conjunto o relatório do que os visitantes procuravam. O âmbito, a duração e as condições acertam-se numa reunião.

Antes da reunião: a partir da lista pública de lojas ou expositores no seu site, podemos preparar uma página de teste, para experimentar o assistente no seu próprio telemóvel com a informação do seu próprio espaço.